Santiago Compostela 2011 ( 2º dia )

Sábado, 7.00 horas da manhã.

Toda a gente estava pronta para arrancar para a etapa do dia até  Caldas dos Reis, manhã fresca,  com o sol a raiar, despedimo-nos dos companheiros que pernoitaram no albergue e rumamos ao Constantino para o café da manhã.

 

 

 

 

 

Abastecidos de cafeína, e nicotina para alguns, partimos em direcção à próxima paragem em Valença para um pequeno almoço à homem, varadero e cerveja pois precisávamos de energia.

Subimos umas encostas para aquecer, fizemos uns trilhos engraçados em descida e começámos a atrasar com a bike do mecânico, a transmissão estava a dar as últimas,  foi preciso mudar a pedaleira do meio e  corrente em Tui, e a cassete traseira em Porríno, com estas operações perdemos 1 hora de caminho, mas não passou nada, estávamos com ritmo que dava para tudo.

 

 

 

 

 

Convém  referir que durante estas paragens dois grupos passaram por nós, e que para garantir lugar nos albergues tínhamos que chegar primeiro, caso contrário poderíamos ficar ao relento,  portanto houve aqui um estudo dos adversários e uma gestão de “corrida” mesmo sem carro e director desportivo, que resultou plenamente, acabámos por chegar antes, tanto aos albergues como a Santiago,  – somos bravus.

Depois de Porríno, foi sempre a andar, muito calor a dificultar o andamento e a requerer frequente hidratação, dificuldades no terreno houve um topo empinado e uma descida maluca que desgastou as pastilhas dos travões a quem não sabe descer sem travar…

Nesta descida passamos o primeiro grupo, que nos tinha ultrapassado quando da avaria da bike do mecânico e chegamos a Redondela para almoçar no Migas, mas este virou bar e tivemos de procurar o Abuelo Chico para almoçar, entradas à espanhola e uma massa Bolonhesa regada com muita cerveja para termos energia para o resto do dia.

 

 

 

 

 

Logo a seguir ao almoço mais um topo muito íngreme e longo, associado ao calor foi um grande sacrifício, mas logo aqui marcamos posição e passamos um dos grupos que fazia perigar a nossa dormida no albergue, depois foi sempre a rolar por calçadas e vielas, subidas e descidas e paramos no Rio Ullo, para um banho refrescante, e que bem que soube.

 

Depois do banho foi sempre a dar giz nos pedais, a estrada era boa e rapidamente chegamos a Pontevedra  para mais hidratação e descanso ao mesmo tempo apreciar as belas habitantes da terra, voltando à realidade rapidamente montamos as bikes e só paramos à porta do albergue em Caldas dos Reis. Checkin, banho e fomos para a aventura…

Continua…

 

 

 

 

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